A beleza do mundo pode ser mais dificil de alguns verem do que outros e a maioria pode até nem ver essa beleza na essencia como merece ser vista. Outros escolhem a opção de não vê-la por considerar esta muito pouco pra o que realmente esperam que saciem o vazio deles.
Eu, particulamente, tento, tento, tento, tento, tento, tento, tento, tento, tento, tento, tento, e consigo :), mas não consigo encontrá-la pra mim, só consigo admirá-la, mas sem colocá-la na minha alma. Para os outros, na minha visão, as coisas são simples, as oportunidades aparecem, as coisas boas são muitas, mas para mim parece que elas não aparecem, não porque Deus seja mal comigo ou coisa assim, mas porque parece que não sou preparada pra recebê-las. O problema consiste no fato de sempre eu não ter força pra passar de maneira esquivatória das coisas.
É um contraste, porque tenho fé no humano, tenho mesmo.. acho que este não é tão maligno quando a sociedade impõe... até mesmo o mais sanguinário, o que fez mil "maldades"(farei um texto sobre isso), teve motivos muito plausíveis pra cometer isso, porque o meio o propriciou a tal.. ele só é um fraco perante as coisas do mundo, como sempre penso....
Mas em relação os humanos perante a mim?? Sinto a cobrança imensa de não cometer erros, de parecer sempre a pessoa correta, de ajudar de maneira abrangente, de sempre ser capaz de dizer as coisas certas, de ajudar, de ter sabedoria, de ser uma pessoa diferente, a qual possa dizer que faço a minha missão do mundo. Só que eu sou humana e tenho fraquezas, não ajudo sempre, não sei dizer coisas bonitas, tenho minhas doenças mentais, sou uma criança avulsa como todos a qual tem defeitos. Só que isso me mata. Queria (depois escrevo um texto só sobre esse verbo) poder perceber que ando no caminho certo, seguir as coisas que a mente diz, q a minha visão avisa, que o coração invoca.. mas não dá! Parece que o mundo grita "tá tudo erradoo, se mate tentando". E as coisas, o mundo, as pessoas, parecem avulsas, avulsas.. vão e voltam como tivessem morrido e vivido, como mudassem de humor, como tivessem se encontrado e se perdido dentro de si mesmos sem perceber e isso me agonia.. a perda do humano em relação a si mesmo me agonia.
A perda não é dependente do achar, mas o achar é dependente da perda, então o "se perder" é a chance que damos ao nós mesmos de sermos achados, de vivermos algo importante.
Eu não sei se me perdi, na verdade, eu sei sim, já me perdi, sou perdida ainda, me encontro, mas me perco, me perco, me perco, a partir que me encontro com outros, que vejo, que sinto..... pra mim o que falta é um analgésico, mas nenhum me atrai, falta um ópio, mas o cheiro me faz mal, me falta a perdição real, não a perdição de mim mesma, como um labirinto que se procura a algo que perdemos, mas que não está ali, porque não pertence a mim mais.
No fundo eu sei que miscigeno o meu mundo com o mundo real e o choque é grande, mas a adaptação um dia chegará (ou não)
Eu não me entendo mesmo... tu tbm não se entende né?? então tudo bem :)
-esse texto tá bem sem sentido, tÕ digressiva demaisssss! e olha, as coisas na mente são mais confusas e complexas do que isso, mas vou tentar expressar isso cada vez mais com o treino da escrita aqui, all right??~~
-ouvindo Tori Amos- Concertina o/
-atolada de coisas pra fazer e estudar
-me sentindo bem, na inercia do nada

Parabéns pelo Blog. Exercitar a escrita eh um remédio muitas vezes. Escrevendo as vezes voce se encontra, o mesmo acontece quando voce fala, expoe suas angustias, mesmo que pareça que ninguém entenda, mas voce e mais alguém entendem e isso importa. A terapia funciona assim, afinal. Por fim, não desista dos sonhos. Um grande beijo!
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